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Você não “falhou” na liderança, está apenas aprendendo a liderar.



Um dos principais aprendizados da Liderança é ignorar as primeiras decisões do ano porque elas importam significativamente para o resultado desejado.


Essas escolhas definem o que vai se tornar parte da rotina, prática cultural e principalmente, sem esgotar a gestão do tempo.


E uma das decisões mais difíceis é desligamento!


Li uma história outro dia que poderia acontecer em qualquer organização.


A Liderança que recém assumiu o cargo tinha apenas uma pessoa no time, relata uma sequência de desligamentos em menos de dois anos. A sensação é de cansaço, frustração e derrota.


Esse tipo de relato costuma acionar um reflexo perigoso: “não sou competente o suficiente”. Mas a pergunta mais útil, no começo do ano, é outra:

O que falta aqui é competência ou clareza de papéis com recursos para dar o melhor de si no trabalho?

Na história, há um detalhe que me chamou atenção: a função envolve de atividades tediosas, revisões exaustivas e procedimentos repetitivos e que carecem de emoção. 


Você aceitaria esse cargo?


Quando existem grandes expectativas para o cargo, alto foco nos benefícios e pouco significado no trabalho que não foi deixado claro na seleção, a energia do time se torna sobrevivência e frustração.

Gestão de pessoas não é dom. É um conjunto de escolhas difíceis, que podem ser realizadas com afeto, empatia e assertividade.

Liderar exige conversas que a maioria evita, ser presente, humano e direto.


Primeira decisão do ano: escolher as conversas que você vai parar de adiar.


Se você deseja um ano mais sustentável, não comece com metas grandiosas. Defina ações que cabem em sua vida real e aumenta muito a chance de você não ativar a centralização das atividades.


3 decisões objetivas para a primeira semana útil do ano:


  1. Defina o que é inegociável no dia a dia do time. Ex.: prazos realistas, comunicação respeitosa, pedidos claros, pausas possíveis.

  2. Escreva (e use) um roteiro de alinhamento para os 30 primeiros dias. Quais entregas importam? O que não é prioridade? O que precisamos manter este ano? Do que precisamos desapegar?

  3. Crie um combinado de suporte. Quem apoia você como líder? RH? uma liderança acima? um par? mentoria?


Quando algo dá errado, transforme o ocorrido em lições aprendidas.

Nesta história, houve sofrimento psíquico, medo e busca por culpados:


“De quem é a culpa pelo alto turnover nesta função?”


Em consultorias, mentorias e desenvolvimento de times eu vejo que funciona muito melhor um estilo de liderança que tem autoridade com leveza, clareza, proximidade e objetividade.


Então, se você está começando o ano duvidando de si, guarde essa frase:


Você não precisa “nascer líder”. Você precisa escolher, com presença, o que vai sustentar seu jeito de liderar.


Se fizer sentido, comece respondendo em uma linha: 


Qual é a primeira decisão que vai proteger a sua energia e a dignidade do seu time já nesta semana?


Com afeto e tato,

Itana Torres

 
 
 

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SUSTENTABILIDADE HUMANA NAS ORGANIZAÇÕES

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